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Os perigos da automedicação
30/10/2014 08:52:13
Recorrer à automedicação em alguns casos é permitido, mas utilizar medicamento sem orientação médica em todas as ocasiões pode ser um erro fatal. Um estudo realizado em 12 capitais brasileiras, pelo Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), mostra que, em São Paulo, 83% dos entrevistados costumam se automedicar. Já em Salvador, onde o índice é o mais alto do País, 96,2% praticam a automedicação.
Recorrer à automedicação em alguns casos é permitido, mas utilizar medicamento sem orientação médica em todas as ocasiões pode ser um erro fatal. Um estudo realizado em 12 capitais brasileiras, pelo Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), mostra que, em São Paulo, 83% dos entrevistados costumam se automedicar. Já em Salvador, onde o índice é o mais alto do País, 96,2% praticam a automedicação.Segundo o clínico-geral do Hospital San Paolo, Dr. Bento Carvalho, levar em consideração apenas a opinião de pessoas próximas ou consultas na internet é um erro. ?O problema da pesquisa pela internet é que vários aspectos dos casos não são analisados, assim como as características clínicas individuais não são levados em consideração?, afirma o médico.
O profissional também diz que um dos fatores que colaboram para a perpetuação da automedicação é o receio das pessoas em perderem tempo com uma consulta no consultório ou no pronto-socorro. A situação fica ainda mais grave quando o paciente decide aumentar o consumo do medicamento sozinho.
De acordo com o mesmo estudo realizado pelo (ICTQ), 32% dos entrevistados admitem aumentar a dose por conta própria. ?Os leigos acreditam que se aumentarem a dosagem dos medicamentos terão melhora na eficácia e redução do tempo de uso. Porém, esquecem que a dosagem ideal é obtida por meio de vários estudos e que o aumento do consumo também provoca o crescimento da toxicidade e dos efeitos colaterais da medicação?, declara o médico.
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