ACESSO RESTRITO
Além das dores de cabeça com os planos de saúde e falhas no sistema público, os brasileiros têm que se preocupar também com a qualidade dos medicamentos comprados. Produtos largamente usados, como emagrecedores, reguladores de disfunção erétil ? popularizados como Viagra ?, medicamentos ?tarja preta?, além de suplementos alimentares são falsificados e entram aos milhões no País.
O ponto de venda são as farmácias irregulares, feiras e banquinhas de rua. Ao todo, 2,7 milhões de unidades (caixas e frascos) de medicamentos foram apreendidos em 2012, frente a pouco mais de 1,6 milhão recolhido pela Receita Federal em 2011. Uma boa parte dos itens falsos, no entanto, continua circulando e colocando em risco a saúde do consumidor.
Para tentar resolver o problema, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu tirar da gaveta projeto que regulamenta a rastreabilidade dos medicamentos, idealizado em 2005. Há a intenção, inclusive, de lançar um aplicativo para celular para que os usuários possam identificar se o item adquirido tem registro na Agência e é verdadeiro. A consulta pública terminou em 9 de maio, mas a lei ainda não tem data para sair. Até hoje, apenas uma reunião foi firmada entre a Anvisa e a cadeia farmacêutica (indústria, atacado e varejo).
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Genéricos ultrapassam 2,3 bilhões de unidades vendidas em 2025
09/02/2026
Categoria amplia presença em 24 das 27 unidades da Federação, com altas expressivas em Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro e Rondônia.
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Semaglutida pode turbinar lucro das farmácias em até 15%
16/01/2026
O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
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50+: sua farmácia está preparada para esse público?
10/11/2025
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.