ACESSO RESTRITO
Nos últimos anos, o Complexo Industrial da Saúde (CIS) vem se fortalecendo e apostando na inovação para se destacar no setor de fármacos e medicamentos. O mercado brasileiro faturou no ano passado R$ 33,36 bilhões. De acordo com a consultoria norte americana IMS Health, em oito anos, o Brasil passou do décimo lugar para o sexto no mercado mundial. A estimativa é a de que o País seja o quarto do mercado em 2016.
Para atender essa expectativa, o titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, acredita que a única saída é a pesquisa tecnológica. ?Se não avançarmos na pesquisa tecnológica vamos ter um voo de galinha. Para que o País progrida é fundamental agregar conhecimento?, disse.
O governo federal, há cinco anos, tem investido numa política pública conhecida como Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) para alavancar o CIS. Neste semestre, o Ministério da Saúde formalizou 33 parcerias entre laboratórios públicos e privados para verticalizar a cadeia produtiva de fármacos e medicamentos. A estimativa é a de que o Estado economize R$ 225 milhões.
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Semaglutida pode turbinar lucro das farmácias em até 15%
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O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
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50+: sua farmácia está preparada para esse público?
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Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.
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NFC-e passa a ser exclusiva para consumidores finais
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Em abril de 2025, foi publicado o Ajuste SINIEF 11/2025, trazendo uma importante mudança na emissão de documentos fiscais eletrônicos.