ACESSO RESTRITO

Mais do que entretenimento, as redes sociais são a nova arma do Ministério da Saúde conta a dengue. O órgão pretende usar o Twitter para identificar focos da doença e ampliar as ações contra o mosquito transmissor, além de tratar os contaminados.
Esse trabalho será feito com a ajuda de um software desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e batizado como ?Observatório da Dengue?. Segundo Wagner Meira Júnior, coordenador da pesquisa, as redes podem ser usadas para acompanhar o desenvolvimento da doença. "Com verificações no Twitter, comprovamos que há uma relação direta entre a incidência da doença e o número de vezes que ela é citada nas redes sociais", afirma.
Meira explica que programa é pode diminuir o tempo entra a identificação dos casos e a implementação de medidas preventivas. Hoje, os casos precisam ser confirmados por exames laboratoriais antes de serem comunicados ao Ministério. Essa notificação é feita pelas secretarias municipais de saúde.
O software desenvolvido na UFMG faz parte de um pacote nacional de medidas de combate á dengue, que será lançado oficialmente em agosto. De acordo com os pesquisadores, a ferramenta pode diminuir os casos de dengue.
O ?Observatório da Dengue? foi inspirado em um programa similar que foi utilizado para identificar surtos de gripes nos Estados Unidos. A UFMG estuda ainda a viabilidade de um observatório também no Facebook.
Mais do que entretenimento, as redes sociais são a nova arma do Ministério da Saúde conta a dengue. O órgão pretende usar o Twitter para identificar focos da doença e ampliar as ações contra o mosquito transmissor, além de tratar os contaminados.
Esse trabalho será feito com a ajuda de um software desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e batizado como ?Observatório da Dengue?. Segundo Wagner Meira Júnior, coordenador da pesquisa, as redes podem ser usadas para acompanhar o desenvolvimento da doença. "Com verificações no Twitter, comprovamos que há uma relação direta entre a incidência da doença e o número de vezes que ela é citada nas redes sociais", afirma.
Meira explica que programa é pode diminuir o tempo entra a identificação dos casos e a implementação de medidas preventivas. Hoje, os casos precisam ser confirmados por exames laboratoriais antes de serem comunicados ao Ministério. Essa notificação é feita pelas secretarias municipais de saúde.
O software desenvolvido na UFMG faz parte de um pacote nacional de medidas de combate á dengue, que será lançado oficialmente em agosto. De acordo com os pesquisadores, a ferramenta pode diminuir os casos de dengue.
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Semaglutida pode turbinar lucro das farmácias em até 15%
16/01/2026
O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
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50+: sua farmácia está preparada para esse público?
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Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.
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NFC-e passa a ser exclusiva para consumidores finais
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Em abril de 2025, foi publicado o Ajuste SINIEF 11/2025, trazendo uma importante mudança na emissão de documentos fiscais eletrônicos.