ACESSO RESTRITO
Foi publicada no Diário Oficial da União, uma norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que permite que redes distribuidoras de medicamentos tenham estabelecimentos próprios e comercializem os produtos. Antes, companhias de transporte de medicamentos não poderiam funcionar no varejo e vice-versa.
Com isso, grandes cadeias de farmácias que tenham centro de distribuição agora estão dentro da lei, assim como grandes redes que tenham muitas unidades em uma região e precisem concentrar o recebimentos os itens em um centro.
De acordo com a Agência, a mudança não deve afetar diretamente o consumidor, embora a nova regra facilite a abertura de novas empresas e, com isso, reforce a concorrência no setor.
Para que possam ter permissão, as interessadas terão de centralizar as atividades de venda e distribuição em estabelecimentos distintos, além de solicitar uma autorização do órgão.
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O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
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Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.
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