ACESSO RESTRITO

O impacto das desigualdades sociais sobre as condições de vida e saúde das populações estão em debate internacional a partir desta quarta-feira (19). A Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde (CMDSS), que acontece até sexta-feira (21), no Rio de Janeiro, foi precedida por uma coletiva de imprensa com a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
?A conferência coincide com o momento em que, sob liderança da presidenta Dilma Rousseff, governo e sociedade unem esforços para erradicar a miséria e consolidar um modelode desenvolvimento justo e sustentável. Com esse foco, o fortalecimento do nosso Sistema Único de Saúde (SUS)ganha destaque na agenda de desenvolvimento do país?, ressalta o ministro. ?É momento de reafirmar o compromisso original global de saúde para todos, aprofundando o enfrentamento de fatores sociais que determinam iniquidades no acesso à saúde e na forma de viver?.
A diretora geral da OMS, Margaret Chan, destaca a importância de promover uma estratégia global para a ação sobre os determinantes sociais da saúde e o enfrentamento das iniquidades a eles associadas: ?As doenças crônicas não transmissíveis, que hoje constituem um desafio global à saúde, estão diretamente relacionadas aos determinantes sociais da saúde; à forma como as pessoas vivem; a seus hábitos e comportamentos. Este é um desafio que não diz respeito somente a Ministros da Saúde, é uma responsabilidade que recai sobre todos os governos, em seus níveis mais altos, e sobre toda a sociedade?, afirma.
Para articular uma resposta global a este desafio, a Conferência Mundial sobre os Determinantes Sociais da Saúde coloca em pauta o debate sobre o papel do setor Saúde na redução das iniquidades, a importância da participação social e do envolvimento de lideranças comunitárias neste processo e a articulação de governos, em nível local e internacional.
A programação está organizada em cinco eixos temáticos: Governança para enfrentar as causas das iniquidades em saúde: Implementação de ações sobre os determinantes sociais da saúde; O papel do setor da saúde, incluindo programas de saúde pública, na redução das iniquidades em saúde; Promovendo a participação: liderança comunitária para as ações sobre os determinantes sociais; Ação global sobre os determinantes sociais: coordenando as prioridades e as partes interessadas; e Monitorando o progresso: medição e análise para fundamentar as políticas sobre os determinantes sociais.
-
Semaglutida pode turbinar lucro das farmácias em até 15%
16/01/2026
O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
-
50+: sua farmácia está preparada para esse público?
10/11/2025
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.
-
NFC-e passa a ser exclusiva para consumidores finais
13/10/2025
Em abril de 2025, foi publicado o Ajuste SINIEF 11/2025, trazendo uma importante mudança na emissão de documentos fiscais eletrônicos.