ACESSO RESTRITO
Graças à renovação da parceria Brasil/Ucrânia oficializada nesta terça-feira (27), o Ministério da Saúde conseguiu garantir um dos menores preços no mundo de insulina NPH, usada no tratamento de diabetes. O acordo foi renovado durante a visita do presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, ao Brasil. A transferência de tecnologia da produção da insulina NPH é feita pelo laboratório ucraniano Indar em parceria com o laboratório público brasileiro Farmanguinhos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que umas das ações desse acordo é a produção no País de insulina.
?Se conseguirmos produzir esse medicamento aqui, com transferência de tecnologia para a Fiocruz, nós vamos reduzir ainda mais o preço dele podendo atender mais pessoas e, sobretudo, as pessoas mais pobres. Hoje nós já distribuímos a insulina de graça na Farmácia Popular, através do Saúde não Tem Preço, mas vamos poder produzir com um preço mais baixo, sendo o Brasil mais independente em relação a isso?, explicou Padilha.
O frasco produzido pela transferência de tecnologia é vendido ao Ministério da Saúde por R$ 11,57. O acordo bilateral entre Brasil e Ucrânia realizado há três anos garantiu uma queda de quase 90% dos preços praticados por outras empresas do mercado e vendido ao governo por meio de licitações. A produção via transferência de tecnologia ucraniana para o Brasil atende a 25% da demanda brasileira.
-
Semaglutida pode turbinar lucro das farmácias em até 15%
16/01/2026
O fim da patente do Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, deve ter efeitos que vão além da indústria farmacêutica. Segundo o Itaú BBA, o lucro das farmácias na bolsa de valores pode crescer até 15% com uma maior oferta de remédios com o princípio ativo. As informações são da CNN Brasil.
-
50+: sua farmácia está preparada para esse público?
10/11/2025
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população com mais de 50 anos de idade saltou de 15,1% em 2000 para 27,9% em 2024. E a tendência deve se intensificar nas próximas décadas. Para 2050, esse grupo deve chegar a 42,3% dos brasileiros e, para 2078, estima-se que ele ultrapasse os 50%, impulsionando mudanças profundas na economia, na saúde e nos padrões de consumo.
-
NFC-e passa a ser exclusiva para consumidores finais
13/10/2025
Em abril de 2025, foi publicado o Ajuste SINIEF 11/2025, trazendo uma importante mudança na emissão de documentos fiscais eletrônicos.